Tóquio – 1ª parte

Roteiro de 4 dias em Tóquio – O que fazer?

1º Dia – Chegando em Tóquio

Saindo de Pequim para Tóquio, nosso vôo tinha conexão na Coreia do Sul, o sistema de segurança deles é super rigoroso, eles abrem tudo, e mexem em todos os seus pertences, nem shampoo passa sem ser conferido o cheiro. Então se você também for fazer conexão em Seul, evite esse tipo de produto na mala de mão para não perder tempo.

Chegando ao aeroporto de Tóquio decidimos ir para o hotel de metrô para economizar, estávamos com quatro malas, sendo duas delas daquelas enormes, mas nada que fosse impossível de levar, além de que táxi ou uber serem muito caros, confira o que falamos sobre mobilidade e JR Pass no Japão no nosso post, clicando aqui.

 O metrô no Japão é um pouco mais confuso que na China, mas com o tempo você pega o jeito. A língua inglesa também não é tão comum por lá, então com a dificuldade de comunicação e de interpretação das linhas do metrô acabamos pegando o trem errado, mas logo em seguida pedimos ajuda ao maquinista, mostramos pelo celular qual era nosso hotel, com o endereço em japonês e ele nos orientou a entrar e sentar próximo a cabine dele, pois iria nos informar o ponto que iríamos descer. Quase toda essa comunicação foi feita por mímica, sempre dá certo.

Às 21:30 chegamos ao APA Hotel Asakusa, rede de hotéis bem comum por lá, o quarto é bem pequeno, basicamente tem a cama, o banheiro e um pequeno corredor, mas não chega a ser um problema, até porque passávamos o dia todo fora. Estávamos famintos, então tomamos um banho e saímos para jantar, nossa alimentação do restante do dia foi a comida do avião, portanto, sem custo até aqui.

Para nossa surpresa Tóquio parecia ir dormir cedo, não estávamos encontrando nada aberto, apenas um mercadinho chamado 7Eleven, guarde esse nome pois iria ser destino constante no restante da viagem, mas, nesse dia, devido a ansiedade de começar a conhecer o estilo japonês queríamos algum restaurante onde pudéssemos sentar e apreciar a culinária local. Depois de algum tempo procurando, achamos o Yakitori Dojo Sakura, é tipo uma barzinho bem agradável, bom atendimento e preço bacana. Como já havia mencionado antes, o inglês não é muito usado lá, mas a comunicação flui tranquilamente já que todos os pratos possuem foto, é só apontar o que quer que o garçom vai entender.

Comemos gyoza, um tipo de pastel recheado com carne de porco que é bem comum por lá, estava sensacional, também pedimos cerveja e drinks, e assim como na China eles sempre lhe oferecem água gratuitamente, e graças a Deus no Japão a água vem fria, gelada na verdade. Então satisfeitos fomos finalmente descansar.

Nesse dia gastamos:

Jantar: 2500 Y

2º Dia – Templo Senso-ji / Museu Edo / Harajuku / Shibuya

Acordamos cedinho e ansiosos para começar nossa aventura por Tóquio. O café da manhã do hotel não é incluso, então optamos por comer numa padaria que fica vizinho a ele, sai bem mais em conta e tem muita opção de pães recheados.

Em seguida fomos caminhando em direção ao Templo Senso Ji, no caminho muitas lojinhas, muitas cores. No Japão tudo é muito bonitinho, seja nas ruas, nas lojas, nos elevadores, sempre tem desenhos, até as tampas dos bueiros tem desenhos, cada um mais lindo que o outro.

Já os restaurantes tem em sua fachada réplicas dos seus pratos em tamanho real, fica bem fácil de escolher. Também do mesmo bairro, é possível avistar a Sky Tree, com 634 metros de altura, sua estrutura perde apenas para o Burj Khalifa que tem 828 metros. Deixamos o passeio na Sky Tree para outro dia, caso tivéssemos tempo, mas como não era nossa prioridade acabamos não indo.

O Templo Senso ji, o mais antigo de Tóquio, é cheio de rituais de purificação, como espalhar fumaça de incenso por todo o corpo, beber das águas puras das fontes de dragões e fazer preces. Dentro do templo muitas pessoas fazendo suas orações, sempre ajoelhados ou se reclinando para frente, não sabemos ao certo o que representa cada uma dessas coisas, mas fizemos da nossa forma, de acordo com nossa fé. É diferente mas você sente uma energia boa em cada um dos rituais. Se for experimentar a água das fontes lembre-se de não levar o potinho a boca, coloque a água na mão e beba, é assim que eles fazem.

Outra coisa bacana para fazer no templo é tirar sua sorte através de uns palitinhos, em cada palito há uma combinação que você encontra numas caixinhas de madeira, após decifrar a combinação é só tirar o papel com sua sorte ou azar, o detalhe é que vem todo em japonês rsrs. Procure alguém que lhe ajude a ler, se a pessoa não falar inglês ela vai gesticular se é bom ou ruim, se for uma mensagem de sorte você leva o papel para casa, se for de azar você o amarra num local destinado a isso. Eu tirei o da sorte, portanto pude trazer meu papel e decifrar depois, já Luam tirou o azar, e pela cara das meninas que nos ajudaram foi coisa bem ruim haha.

O Senso ji é muito grande e tem muita coisa interessante por lá, lojinhas com as mais diversas bugigangas que todo turista quer comprar e várias barraquinhas de comida de rua, comemos um espetinho de carne de caranguejo, sensacional! Vale lembrar que a visita ao Senso ji é gratuita.

Saindo do Senso ji fomos andando para o Museu Edo, que conta a história de Tóquio desde quando era uma vila de pescadores até sua revolução industrial. Além dessa parte principal, também é possível conhecer outras exposições de temporada, sendo cada uma delas um valor diferente, optamos apenas pela permanente.  Lá dentro uma viagem ao tempo, muitas maquetes e objetos antigos, muitos deles interativos, onde você pode tocar e vivenciar de alguma forma um pouco da história de Tóquio. Um passeio que realmente deve ser feito em uma visita à esta cidade.

Ao sairmos do museu fomos pegar o metrô para Harajuku, mais especificamente para a rua Takeshita, local mais extravagante de Tóquio, a cultura pop se faz presente em cada detalhe, seja nas ruas, lojas, restaurantes e até mesmo nas pessoas vestidas de cosplay. É lá também que fica a famosa loja Daiso, onde é possível encontrar algumas coisas ao preço de 100 Ienes. Foi em Harajuku que almoçamos e comemos ainda churros e o crepe Sweet Box, uma verdadeira delícia, são vários sabores com uma massa fininha e cheio de recheio.

De Harajuku pegamos o metrô para a estação de Shibuya, é em frente a esta estação que é possível ver o maior e mais movimentado cruzamento de pedestres do mundo. Há vários locais comerciais de onde é possível ver a multidão cruzando a rua, mas um boa dica é observar da própria estação de metrô, pois é inteiramente gratuito olhar de lá, foi o que fizemos, é realmente impressionante o número de gente que passa por ali. Também é bem legal você mesmo ir cruzar a rua, é uma experiência que todo turista tem que fazer.

Em frente a estação de Shibuya também fica a estátua do cão Hachiko, aquele do filme Para Sempre ao Seu Lado. Foi exatamente naquele lugar que o cachorro da raça Akita esperou seu dono por mais de dez anos, até que veio a falecer. Hachiko hoje é quase que sagrado, e todos querem uma foto com sua estátua.

O Shibuya é um bairro cheio de prédios e lojas grandiosas, mas já era noite e estávamos cansados, resolvemos que voltaríamos outro dia para aproveitar melhor.

Já de volta as proximidades do hotel, compramos vinho e pães no 7 Eleven e espetinhos de rua, levamos para comer no hotel e fomos descansar.

Nesse dia gastamos:

Café da manhã: 1300 Y
Espeto de caranguejo: 700 Y
Museu: 1200 Y
Almoço: 1800 Y
Crepe: 500 Y
Churros: 200 Y
Compras na Daiso: 1300 Y
Jantar: 2000 Y

Neste dia usamos pela primeira vez o sistema de transporte exclusivo para turistas, o JR Pass. Uma especie de passe onde é possível usar metrô, ônibus, barco e o Shinkansen (trem bala). É só escolher o pacote que melhor se encaixa na sua viagem, podendo ser de 7, 14 ou 21 dias. Para informações detalhadas sobre o JR Pass clique aqui.

3º Dia – Monte Fuji / Shinjuku

Dia de conhecer o Monte Fuji, um dos mais importantes cartões postais do Japão. Tomamos café na padaria próximo ao hotel e partimos de metrô para a estação de Shinjuku, de lá pegamos o JR para Outsuk. Quando o trem chega em Outsuk, o trajeto não é mais feito pela JR, mas é possível continuar no mesmo trem e pagar um valor de 3540 Y o casal, ou descer e escolher outra empresa que faça a viagem para lá, como não sabíamos os valores das outras opções e já estávamos no trem decidimos continuar, chegando na estação descobrimos que havia passagens no valor de 1200 Y o casal, então vale a pena descer do JR e pagar bem menos em outro trem.

Da janela já é possível ver o Monte Fuji ao longe, é aconselhável olhar a previsão do tempo e escolher um dia ensolarado para a visita, pois em dias nublados a visibilidade pode não estar muito boa. Nós tínhamos programado apenas que o passeio seria nesse dia, não olhamos previsão, mas demos muita sorte pois fez um lindo dia de sol.

Chegando na estação que dá destino ao Monte Fuji, você deve escolher de qual ponto irá avistá-lo e então comprar a passagem do ônibus que leva até lá, como não sabíamos como funcionava, acabamos comprando em um guichê para turistas e pagamos 1500 Y por pessoa, mas o ônibus que faz o transporte é o mesmo que atende as linhas da cidade, com passagem no valor de 300 Y, ficamos chateados mas faz parte, fica de dica para vocês.

Nós escolhemos a região do Lago Kawagushiko para ver o Monte Fuji, é a última parada do ônibus, o que é bom porque se tem uma visão de todo o trajeto e sempre com o Fuji de paisagem. Quando chegamos no lago nos surpreendemos com a beleza do Fuji, realmente aquela região parecia ser a mais próxima a ele. É uma obra prima da natureza e com o céu limpo ficou ainda mais perfeito. Explore cada arredor do lago, além da beleza do Fuji, há também lindas plantações e hortas na região. Não há um só local que não mereça uma foto e principalmente a contemplação de tudo aquilo.

Além de toda beleza natural, na região há um lojinha onde quase tudo é relacionado ao Monte Fuji, vale a pena gastar um pouquinho lá. Para quem deseja comer alguma coisa, tem um restaurante onde algumas mesas ficam na área externa, possibilitando fazer sua refeição com a linda vista do Fuji. Há também uma sorveteria e mesmo que esteja muito frio, como era o caso, não deixe de provar o sorvete de lá, com certeza um dos melhores sorvetes que já tomamos na vida.

Os ônibus para voltar à estação passam a todo momento, então após apreciarmos bem a beleza do Monte Fuji voltamos, por lá tem alguns restaurantes mas nada nos agradou, resolvemos que seria melhor seguir nosso destino a Shinjuku e continuar o passeio por Tóquio.

Shinjuku é um dos mais importantes centros comerciais de Tóquio, por lá muitas lojas, shoppings, letreiros com muito neon e muitas casas de jogos tipo vídeo game, ousamos entrar em uma mas o barulho das máquinas é ensurdecedor.

Como não havíamos almoçado e já era noite, fomos procurar algum restaurante para jantar, nas ruas muitas pessoas ficam com os cardápios abertos lhe convidando a conhecer o menu de cada local e foi assim que escolhemos um que parecia uma boa opção de pratos e preços. Logo que entramos todos os funcionários do restaurante gritaram alguma coisa que obviamente não entendemos, mas deu para perceber que era uma espécie de boas vindas.

Os restaurantes no Japão aproveitam bem seu pouco espaço, se você está em duas pessoas eles não vão lhe colocar numa mesa para três ou mais pessoas, certamente você ficará no balcão. Outra coisa interessante e que também acontece na China, é que no momento que você faz o pedido eles já trazem a conta, bem diferente daqui do Brasil, onde as pessoas batem papo, tomam um cerveja calmamente… Não é que vão expulsar ou ficar apressando, é só o jeito dinâmico deles, é engraçado.

Ao sairmos do restaurante fomos caminhar por Shinjuku, em meio a tantos letreiros e luzes ofuscantes, procure pelo hotel Gracery e no topo dele verá uma enorme cabeça de Godzilla, é possível subir até lá e ficar pertinho do monstro gratuitamente. Na saída lojinha com vários Godzillas e um mural bem interessante com todos os filmes da franquia.

Após sobrevivermos ao Godzilla fomos a uma área chamada Golden Gai, são pequenas ruas cheias de bares bem pequenos e badalados, é preciso pagar se quiser entrar em algum deles, mas não achamos tão atrativo ao ponto de gastar com isso.

Neste dia gastamos:

Café da manhã: 1500 Y
Trem da JR para Kawagushiko: 3540 Y
Ônibus para o lago: 3000 Y
Lembranças do Monte Fuji e sorvete: 5060 Y
Jantar e vinho: 4500 Y

4º Dia – Parque Ueno / Ameyayokocho Market / Akihabara / Shibuya

Prontos para mais um dia de passeios pegamos o metrô para o Parque Ueno, onde iríamos começar nossas visitas, quando chegamos na estação destino, Luam percebeu que estava sem seus documentos, inclusive passaporte, se no nosso próprio país andar sem identificação já é um erro grave, numa viagem internacional isso pode custar ainda mais caro, portanto, lembrem-se sempre de ter seu passaporte consigo em todos os momentos. Sabendo disso, ele precisou voltar ao hotel para buscar, enquanto eu fiquei esperando na estação para não gastar outra passagem. O Japão é um país muito seguro, então não faz medo algum ficar sozinho em algum lugar.

Com esse problema resolvido, seguimos para o Parque Ueno, um local público enorme onde se tem a oportunidade de conhecer museus, templos e um zoológico, embora o parque seja gratuito é preciso pagar entrada para esses locais específicos. Como não tínhamos interesse em nenhuma dessas atrações ficamos apenas caminhando, por lá muita gente fazendo exercícios ao ar livre, idosos alimentando pássaros, muitas árvores e jardins. Como o parque é muito extenso resolvemos que não íamos passar muito tempo ali, pois para conhece-lo por completo precisaria pelo menos de uma manhã inteira.

Voltamos então em direção a estação, pois logo em sua saída fica localizado o Mercado Ameyayokocho. No Pronto Café & Bar, logo na entrada do mercado, tomamos um dos melhores cafés da manhã de toda viagem, pois nada melhor que um pãozinho com queijo e presunto na chapa não é mesmo? Pois é, foi o que mais se assemelhou a nosso café brasileiro até então.

Com o pão também era possível escolher outro acompanhamento, podendo ser um ovo cozido com uma saladinha ou um iogurte, cada um pediu uma combinação diferente. O preço das refeições no mercado são bem atrativos, tomamos o café da manhã perfeito e pagamos bem pouco por isso se comparado ao valor de uma refeição em vários outros lugares da cidade.

Seguimos passeando pelo mercado, nele se encontra de tudo, roupas, calçados, peixes frescos, chás, quinquilharias, tem de tudo ali, uma verdadeira tentação, que resistimos bem, pois com tantas opções, só saímos de lá com uma pequena mochila. O que não foi possível resistir foi àquelas máquinas de garra para pegar ursinhos e não se engane, parece que está fácil mas tem algo ali que não deixa o bicho cair, perdemos alguns muitos ienes mas o pior dessas máquinas ainda estava por vir, contarei já já rsrs.

Depois de olhar as várias opções de compras do Ameyayokocho Market seguimos caminhando até o bairro de Akihabara. Considerado o bairro mais geek do mundo, é um paraíso de eletrônicos, animes, figuras de ação e jogos.

Como amamos todo esse universo saímos entrando em quase todas as lojas procurando por alguns bonecos de personagens que gostamos, infelizmente o preço dessas coisas em Akihabara é bem salgadinho, então na falta de coragem de gastar tanto, achamos melhor nos ariscar novamente nas máquinas de garras, nelas não faltam opções de brindes e personagens, Dragão Ball, Disney, pelúcias fofinhas e os donos do Japão, os Pokémons.

Foi ai que mais gastamos desnecessariamente, vai se tornando viciante e se não tiver cuidado se deixa levar, talvez se tivéssemos pego ao menos um brinde não teríamos ficado tão arrependidos, mas acreditem, das diversas horas que passamos nisso, ou jogando ou apenas observando, só vimos uma pessoa conseguir pegar alguma coisa, isso depois de muitas tentativas. Ou seja, não vale a pena, com o dinheiro gasto dá pra comprar um bonequinho que com certeza você vai levar pra casa.

Uma dica para quem quer conhecer Akihabara, é se possível, encaixar a visita num dia de domingo, pois todo o bairro fica interditado para carros, só pedestres tem acesso. É muito bacana, e se assim como nós você também curte esse mundo geek não deixe de ir.

Almoçamos ainda em Akihabara e resolvemos voltar em Shibuya, já que no outro dia foi bem corrido por lá. E pra continuar na temática de brinquedos e personagens, fomos conhecer a Kiddy Land, uma loja enorme de brinquedos com cinco andares e os mais diversos personagens, destaque para o subsolo exclusivo do Snoopy, e ai não houve jeito, é impossível resistir e não levar nada.

Pertinho da Kiddy Land fica localizado o Lukes’Lobster, onde uma fila enorme se forma para comprar um delicioso sanduiche de lagosta, o local é um trailer e tem poucos lugares para se sentar e já que no Japão não é bem visto sair comendo enquanto passeia, muita gente come ali mesmo, a maioria em pé. Se estiver por lá, vale a pena experimentar, o recheio é bem generoso.

Deixando as malas em outro hotel

Estávamos viajando com 4 malas, sendo duas grandes e duas de mão, como no dia seguinte íamos partir para algumas cidades vizinhas, sendo todas as viagens de trem, para só depois voltar para Tóquio, reservamos um hotel onde era possível deixar as malas maiores guardadas até nossa volta a Tóquio, vários hotéis oferecem esse serviço e se for fazer passeios curtos por outras cidades, é muito recomendável fazer isso. Seria um estresse carregar duas malas gigantes de trem em trem.

Então já era noite quando chegamos de Shibuya e fomos refazer nossas malas de mão, colocando apenas o necessário para os próximos 8 dias, tudo que era excesso de roupa e compras colocamos nas malas grandes e fomos de metrô deixar no nosso próximo hotel em Tóquio, o East 21, onde nós já tínhamos reserva, foi bem rápido, não tem burocracia nenhuma.

Já de volta a nosso bairro, passamos na 7 Eleven e compramos alguns pratos feitos que vende por lá, além de ser bem barato é super delicioso e prático. Lá mesmo é possível esquentar no microondas a comida, é só pedir aos funcionários. Sempre comprávamos dois tipos de pratos, uma sobremesa, um suco e um vinho pequeno, dá pra economizar muito com comida fazendo isso, além de ser uma ótima refeição.

Nesse dia gastamos:

Café da manhã: 1040 Y
Mochila no mercado: 1000 Y
Pen Drive em Akihabara: 1000 Y
Jogos em máquinas de garra: 1500 Y
Almoço: 1400 Y
Pelúcias na Kiddy Land: 4820 Y
Sanduiche de Lagosta: 2600 Y
Jantar no 7 Eleven: 1040 Y

Essa foi nossa primeira parte na cidade de Tóquio. Nos próximos dias fomos conhecer outros lugares, para só depois retornar a capital japonesa.

Para mais informações sobre nossa viagem sobre a Ásia e o Japão clique nos links.

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